Uma casa fundada para ser pequena o suficiente para conhecer cada pessoa pelo nome.
A história da Amoreira começa com uma pergunta simples: como seria uma residência onde adultos maiores tivessem rotina, companhia e a família sempre por perto?
Voltar ao inícioComo a Amoreira surgiu
A Amoreira abriu suas portas no bairro Cambuí, em Campinas, depois que um grupo de famílias percebeu que faltava na cidade uma opção de moradia menor, mais próxima do modelo de casa. Não uma instituição, não um hospital — uma residência.
A escolha do Cambuí não foi ao acaso. O bairro tem calçadas largas, comércio acessível a pé e praças com sombra. A rua Coronel Quirino, onde a casa fica, é plana e tranquila — exatamente o percurso usado pelo grupo de caminhada matinal.
O nome vem da amoreira, árvore que produz frutos pequenos e abundantes, cresce sem pressa e oferece sombra generosa. É a mesma ideia que orienta o trabalho aqui: presença constante, sem urgência, sem grandes gestos.
Desde o início, a casa funciona com um número deliberadamente pequeno de moradores. Isso não é limitação — é escolha. Uma equipe menor conhece melhor. Um espaço menor tem menos ruído. As refeições, preparadas na cozinha da casa, têm gosto diferente das preparadas em escala.
Hoje a Amoreira mantém três programas: moradia permanente, estadia temporária de dez noites e acompanhamento diurno de segunda a sexta. Os três foram desenhados para situações diferentes, mas compartilham a mesma lógica: o adulto maior no centro, a família como parte do cotidiano, a equipe como presença constante — não como controle, mas como companhia.
Quem cuida da casa
A equipe é estável — as mesmas pessoas ao longo do tempo, o que permite que os moradores as reconheçam e confiem nelas.
Mariana Alves
Coordenação geral
Trabalha com residências para adultos maiores há mais de doze anos. Criou os protocolos de comunicação com famílias que a Amoreira usa desde o primeiro dia.
Roberto Câmara
Equipe de acompanhamento
Cuida do programa diurno e do grupo de caminhada. Conhece o percurso de cor, incluindo os pontos de descanso preferidos de cada participante.
Fernanda Souza
Cozinha e alimentação
Responsável pelas refeições da casa. Mantém um caderno com as preferências e restrições de cada morador — atualizado sempre que algo muda.
Como a casa opera
Práticas que guiam o dia a dia na Amoreira, independente do programa ou do período do ano.
Registro de preferências
Antes de qualquer ingresso, fazemos um levantamento escrito de rotinas, preferências alimentares, hábitos de sono, pessoas de confiança e o que a pessoa gosta de fazer. Esse documento é revisado periodicamente.
Privacidade dos moradores
Informações sobre saúde, rotina e vida pessoal são compartilhadas apenas com o familiar de referência registrado. Não há divulgação para terceiros sem autorização expressa.
Comunicação estruturada
Nota semanal para participantes do programa diurno. Carta mensal para moradores permanentes. Ligação imediata ao familiar em qualquer situação que fuja da rotina.
Segurança no espaço
Pisos antiderrapantes, corrimãos em todos os corredores, iluminação noturna nos quartos e áreas comuns. A casa passa por vistoria de segurança a cada seis meses.
Alimentação da própria cozinha
Todas as refeições são preparadas na cozinha da casa. Nenhum prato vem de fornecedor externo. Adaptações por restrição alimentar são feitas individualmente, sem custo adicional.
Equipe estável
Priorizamos a permanência dos profissionais na mesma casa. Mudanças de equipe são comunicadas com antecedência aos moradores e às famílias. Novos membros passam por integração supervisionada.
Residência para adultos maiores em Campinas
A Amoreira está no Cambuí, bairro central de Campinas, a caminhada de praças e comércio. Para famílias do interior paulista ou da Grande Campinas que procuram uma residência com presença de equipe durante todo o dia e a noite, a localização facilita visitas frequentes.
A casa mantém três formatos de convivência: o programa diurno de segunda a sexta, a estadia de dez noites e a moradia permanente em quarto individual. Cada formato tem preço fixo, sem cobranças adicionais pelas atividades e refeições incluídas. As famílias recebem informação regular por escrito — sem precisar ligar para saber como os dias estão passando.
O trabalho da Amoreira parte de uma postura deliberadamente tranquila. Não há pressão para decisões rápidas. Famílias são bem-vindas para visitar antes de qualquer conversa sobre vagas. A casa faz parte do bairro — moradores participam da caminhada matinal nas ruas do Cambuí, frequentam a horta e os espaços comuns como se fossem de longa data, porque são.
Quer conhecer a casa pessoalmente?
Visitas são bem-vindas sem compromisso. Ligue ou escreva para combinar um horário.
Fale Conosco